Aí ela reclinava na cadeira, passava as mãos nos cabelos, jogando-os para trás e falava sorrindo: "Ju, eu tô ótima. Fica calma que vai dar tudo certo!"
Eu, que deveria confortá-la no momento de ansiedade, deixava transparecer meu nervosismo, que batia de frente com toda a calma dela.
Assim, desse jeitinho, é a Juliana Nappo, que se Deus me permitisse resumir em poucas palavras seria equilibrio, inteligência e transparência.
Quinta feira passada ela me disse uma frase que me marcou:
"Julia, a gente deixa de ser filha para ser mãe!"
A Ju é recém-mãe da coisinha mais linda que eu já vi crescer na vida.
E me dá um aperto no peito de querer ser filha, de querer ter um filho, de querer ser mãe e ter perto a minha mãe.
Para a Ju e para o Bê, todo o meu carinho e meus sorrisos.
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