Queria muito assistir a um filme esse final de semana.
E aí que eu enchi tanto o saco do Gian que lá saímos nós de casa, eu, arrumadinha com a minha bota e vestido preto. Cabelo penteado e baton na boca, rumo ao cinema mais próximo.
Compramos o ingresso, quase quebramos o pescoço para conseguirmos ler as legendas, ficamos tontos por conta do foco e saímos sem saber o final do filme.
Moral da história: mais frustração do que ganhar aquela máquina de escrever enferrujada do Papai Noel em 1994.
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