terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Re-postando porque fiquei com vontade

Quando eu vim para o São Paulo, eu queria “fazer” o Skol Beats. Não tinha a menor idéia do que isso significava, mas eu simplesmente queria fazer e pronto.

No dia que vim fazer a minha entrevista na Ponto, a namorada de um amigo do Gian me arrumou também uma entrevista na produção da Bferraz. A vaga era de freela na primeira Super Casas Bahia que aconteceria naquele ano. Por um motivo que eu não me lembro qual, não fui na B Ferraz e o meu emprego acabou vingando na Ponto.

Acontece que, comigo, o destino tarda mais não falha. Demorou, mas agora na Power estou tendo o prazer e o privilégio de trabalhar com a Dani Ferreira. Aquela mesma que fazia o Skol Beats e a Super Casas Bahia. E agora, consigo entender o que Deus reservava para mim: o que eu queria na verdade não era fazer Skol Beats, nem Super Casas Bahia, o que eu queria era a oportunidade de conhecer e trabalhar com um pessoa como a Dani.

Ela passa pela minha mesa de uma maneira silenciosa, sempre segurando o seu celular apertado entre os dedos. Admiro a sua coragem de tomar para si o que acredita e lutar sempre de uma maneira justa para conseguir chegar. Gosto da sua capacidade de admitir e rir dos próprios erros. Um tapa de luva para uma boa “capricorni-anta”como eu sou.

É fácil falar com a Dani. Ela fala com o olhar, com a intensidade do seu coração. Ela ouve (mesmo que impaciente) o que não acredita e fala sempre o que gosta (atrapalhando aqueles que não gostam).

Tenho a Dani comigo como um presente divino por toda a saudade que sinto de casa e quero ela comigo como um amuleto me guiando para onde eu for.

Que Deus me ajude a nunca decepcionar a Dani!

Nenhum comentário: