quinta-feira, 3 de julho de 2008

Tenho uma admiração profunda por pessoas que sabem rir si mesmas.
E a Carol é simples assim: acha graça de quando erra, comenta as mancadas com todo mundo, faz caras e bocas e insiste em dizer o quanto aquela situação foi surreal (e sempre é mesmo!).
Eu acho que somente pessoas que são muito seguras de si conseguem rir dos seus próprios deslizes.
Eu por exemplo, idiota capixaba que sou, prefiro enfiar a sensação de rosto vermelho nas minhas memórias mais secretas e rezar para que nunca saiam de lá, envergonhada por ter errado, por ter engasgado, por não saber ou por não conseguir.
Conhecer pessoas como a Carol me faz ter a certeza de que a vida pode ser real e pode ser divertida. Que ninguém precisa ser perfeito e que todo mundo é perfeito ao seu modo.
Pessoas como ela me inspiram e tornam a minha vida muito mais colorida.

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