Mãe,
Por mais que eu esteja longe, tem umas coisas da senhora que já estão incorporadas em mim.
Ainda me lembro do gosto daquele prato que só você fazia para mim quando eu chegava do Afrânio e daquela viagem para Vitória quando eu tinham brigado com o Gian
Me lembro da sua mão quentinha segurando a minha um dia antes do meu vôo para cá e do tchau atrapalhado no aeroporto de Vitória
Me lembro de você como o primeiro abraço quando ganhamos a Copa entre Cooperativas de handebol e da sua sopa de feijão.
Quero que saiba que hoje é um dia mais que especial e por você estar sempre comigo, me sinta aí hoje com você.
Te amo mais que tudo no mundo.
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Um comentário:
ô Juca, não precisava fazer a gente chorar de pensar que um dia houve uma despedida no aeroporto de Vitória... Beijos pra mama e pra ti. Cice.
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