segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

(a)batida, o (a)batimento...

As vezes, algum fantasma pula de trás de um arbusto e me dá um susto daqueles.
Aí é a hora que me dá um estalo, eu ligo a locomotiva e a estação da Conchichina é perto para me fazer parar.
Não sei se é porque eu sou uma poeta, uma gota de orvalho, a rosa do Pequeno Príncipe, se tenho só 25 e muita cabeçada para dar ou se sou uma romantica incorrigível, mas a verdade é que preciso de algo que me apaixone.
Esse lance de medo de seilá o que, de aperto acolá, de mulher de malandro, de uma pulga atrás da orelha me deixa instável e improdutiva.
E quando esse algo fica feroz, com os dentes amostra e gotas de saliva escapando pela boca entre aberta é a hora de acordar.
E acordar significa muito mais do que descobrir o que está certo, errado ou a vacina para curar.
Acordar significa agir.
É a minha hora de acordar.
É a minha hora de agir.

4 comentários:

Anônimo disse...

ju

vai e brilha: o mundo é pouco prá vc.

conte comigo.

bj

Anônimo disse...

Tem placas que são sábias:
Pare.
Escute.
Siga.
Bjs,

Anônimo disse...

Anjo da hora certa, ilumine essa decisão que ao que parece tá tomada,seja ela qual for. precisando grita... Cice.

Vanz disse...

hey jullys, volta aqui. mal te vejo, mas sempre te sinto nessas linhas virtuais. seu sumiço me preoucupa. volta, jullys, volta!

beijos..