Itamambuca é um paraíso paulista que fica lá quase na divisa com o Rio de Janeiro.
A praia tem um lençol de areia reluzente e a espuma que forma as ondas é branquinha, mas tão branquinha, que deixou a capixaba aqui, acostumada com a água salgada correndo pelo corpo, boquiaberta e apaixonada por tanta beleza.
E teve de tudo: gargalhadas, piadas, zuações. Quedas no rio Itamambuca, cerveja, e Jurupinga.
Foi uma sexta de alegrias e piadas, um sábado de sol e água salobra na nuca e uma manhã de domingo com chuva e areia molhada.
Dois dias de banho de mar me tiraram da cabeça e da alma as impurezas que já habitam o meu ano: esqueci que janeiro foi punk, que fevereiro será punk com menos dias e que, depois desses dois, existe mais um calendário inteiro para engolir sapos, rãs, lagartos, marimbondos e sofrer as consequências de um monte de decisões tomadas (ou esquecidas).
E essa incrível sensação de inércia e euforia só se perdeu quando chegou a hora de ir. Foram mais de 5h de carros, paradas e andadas, faróis acessos e apagados, um monte de motorista mal-educado cortando pela direita e o Gian reclamando, reclamando e morrendo de dor de cabeça.
Com praia bonita, com sol ou com água cristalina, é impossível esquecer que estamos em São Paulo.
2 comentários:
lindas as fotos..
e olha... eu até faço, mas é assim né hauiHAIUHAIUa.. me fala mais ou menos oque você quer depois que eu vejo o que eu posso fazer ;)
beijos irmã!
Ju, vc já percebeu que quando a gente gosta muito de um lugar, falar do trânsito da volta vira aquela piada com careta? Eu sou fã de Itamambuca (ela foi cenário da minha primeira viagem romântica da minha vida, aquela que acabou com o gato de nariz esfolado). Mas vai dizer: só pelas fotos, pela vibe, só de ler você... ah Ju - Itamambuca virou eterno pra ti!
Muitas Itamambucas pra você!
E mais alegrias, que te ver tristonha rasga-me.
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