Eu sou uma dessas que gosta de procurar qualidade nas pessoas. Sou exatamente aquela de fala "tá bom que isso é assim, mas ele é até legal."
Só desisto de gostar de alguém quando realmente não tem condição e eu canso de vasculhar. E adianto logo, isso demora, vou quase a exaustão antes de não gostar de alguém.
A maioria das pessoas me conquista no dia a dia, revelando sua personalidade em doses homeopáticas para que eu goste do doce das qualidades e engula rápido o amargo do que me irrita.
Mas também tem aquelas vezes que eu gosto das pessoas só por olhar.
Nos últimos meses tenho dois exemplos: a Márcia e o Miki.
A Márcia é nova na Ponto e só pelo jeito que fala das pessoas, chamando-as de "muito queridas" me encantou.
Num sei, mas meu sexto sentido me conta que, mesmo ela falando aos quatro ventos que tem um gênio do cão, alguma coisa me diz que nunca, nunca vamos nos desentender. Isso porque nossa convivência me completa e me empurra morro acima e dificilmente vou querer perder isso.
O Miki é um amigo do Gian que agora abriu um bar super estiloso na Rua Augusta. Tive contato com ele exatamente 4 vezes. Na última, que foi sábado, eu falei com o Gian: " Sabe gato, eu gosto do Miki". Ele estranhou e falou: "Por que?", eu respondi: "Não sei, simplesmente gosto!".
A verdade é essa. Gosto deles e poderia listar um monte de qualidades aqui e agora, mas na verdade prefiro seguri admirando-os assim mesmo, sem saber exatamente o porquê.
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