A primeira vez que eu conheci a Alê, eu tinha 14h de paulista.
Ela virou para mim e foi sincera: "deixa eu te dar um abraço logo porque, pelo resto do dia, estarei ocupada demais para isso!" Meio abismada, eu disse ok e ela me deu um abraço por cima das baias que separavam nossas mesas. Pensei que paulista era assim mesmo.
E ela andou ocupada um bom tempo, até me oferece um novo sorriso.
Aí foi irresistível, não consigo mais largar a Alê. Não paro de querer o bem da Alê.
Agora acho que ela é linda, que ela é inteligente, que ela é mal aproveitada, que ela é brava e boa ao mesmo tempo. Que ela fala e não fala ao mesmo tempo.
Você nunca sabe quando ela briga ou quando ela brinca. Um dia, fiz uma súplica desajeitada: "Ô Alê, quando você brigar comigo, você me avisa, viu?" Ela sorriu, mas nunca me avisou.
Ontem eu conheci uma outra Alê. Uma Alê fora das paredes da Ponto. De perto, de alegria e de sorrisos.
Conheci uma Alê com os olhos ainda mais azuis, com mais coração, com mais Alê.
Meu avô falou que eu deveria ficar ao lado dela para sempre. Ela consentiu, vestida de branco.
E ontem, quando ela falou Volta Gian, queria que ela percebesse que já estamos com ela. Para sempre, na praia onde a areia é branca e a felicidade nos persegue.
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2 comentários:
Alê, a grega,
Da curiosidade, da perseverança que, às vezes, beira a teimosia...da sinceridade imediata.
Do melhor, do mais justo, do mais correto. Do verdadeiro.
A Ale é tão límpida. Como e até mais que o imenso azul de seus olhos. Mesmo espantados. Mesmo no espanto..da realidade. Ela simplesmente é.
Ju, vc diz isso sobre as minhas palavras, mas as suas que são simples, marcantes, livres. As levarei comigo: para o meu blog, para a minha caixinha de cartas, para a minha vida.
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