Ontem me senti como um cientista maluco, observando o comportamento dos ratos de laboratórios, isolados dentro de uma gaiola de vidro e eles, separados de mim por minas luvas de silicone.
Acontece que não quero ser o cientista. Acontece que não quero ser o rato. E aí começa uma enorme crise dentro de mim para decidir como fazer para ser os dois, ao mesmo tempo.
Como que eu posso falar do rato se eu não como o queijo.
Mas se eu como o queijo eu sou um rato. Como que eu posso analisar o rato se sou um deles?
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